Curta Ficção #029 – Narração: Pontos de Vista



Curta Ficção #029 – Narração: Pontos de Vista

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Neste episódio mais técnico, Thiago Lee, Jana Bianchi e Rodrigo Assis Mesquita discutem sobre os possíveis pontos de vista (limitado, onisciente, múltiplo, etc) de narrador numa história.

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6 thoughts on “Curta Ficção #029 – Narração: Pontos de Vista

  1. Eu gosto muito desse tema! Adorei, como adoro todos os seus programas, embora comente pouquinho.

    O primeiro livro que escrevi foi com narrador onisciente, porque é uma trama que envolve um grande número de personagens e acontecimentos em vários lugares no mundo. Ainda assim vamos descobrindo a maior parte das coisas quando o protagonista toma conhecimento delas, mesmo que existam núcleos com coisas acontecendo e planos que ele nunca vai descobrir.

    Já o segundo que escrevi – que foi o primeiro que publiquei, por ser pequeno – foi um verdadeiro jogo de pontos de vista, tão dentro da mente dos personagens que eu acabei optando até por narrá-los em primeira pessoa. Se trata de apenas um outono. Quatro personagens se revezam, cada qual narrando como vivenciou os acontecimentos, sendo que alguns até chegam a ser contados mais de uma vez dentro da história, tão oposto foi o que cada um viveu dentro dos mesmos fatos. Para facilitar, separei os POVs por capítulos curtos.

    Estar preso dentro da mente do personagem é interessante, mas realmente limita uma narrativa maior, a não ser que o personagem em questão seja um grande conhecedor do mundo, como é o caso de algumas autobiografias, onde, sim, você está dentro de uma cabeça, mas de uma cabeça que tem muito a revelar sobre tudo.
    Como autores de ficção, quando dentro de um POV limitado, o desafio é conhecer profundamente o personagem a ponto de não “traí-lo” com nenhum conhecimento ou consciência que não pertença a ele.

    Bom trabalho a vocês!!!

    1. Oi, Má!

      Obrigada pelo comentário! <3

      Esse último ponto que você colocou é mega importante, acabamos não falando muito disso... Falamos mais de conhecimento de plot e tals, mas com narrador limitado tem que tomar cuidado com anacronismos e coisas do gênero! Quer dizer, com narrador onisciente meio que tem isso também, né, você não vai fazer uma referência à Beyonce numa narrativa histórica rs... Mas acho que é mais grave uma coisa assim na boca do personagem, né?

      Achei massa esse jogo de POVs... Preciso MUITO ler seu livro, socorro! Não desista de mim! hahaha...

      Beijão e obrigada novo pelo comentário! 🙂
      Jana

  2. Muito bom. Sei que explicaram sobre a questão da relação do ponto de vista da história com o gênero literário, como uma conveniência histórica, mas mesmo assim seria interessante saber quais deles são mais usados em detrimento de outros, para determinado tipo de história.

    Acho que para complementar esse programa, caía muito bem outro sobre o tempo verbal da história. Como mantê-lo no correr da história, quando e se é possível alterá-lo durante a história e quais são mais adequados (ou usados, mesmo por conveniência) em determinados tipos de tramas, etc.

    Valeu, gentes!

    1. Fala, Mike!

      Valeu pelo comentário! 🙂

      A gente não tinha pensado em fazer um episódio sobre tempo verbal, mas acho que é uma boa sim! Daria inclusive pra misturar um pouco com esses exemplos de POV e tal… Eu sei que existem algumas tendências tipo, narração em primeira pessoa no presente pra distopia YA… Não me pergunte o porquê hahaha mas seria interessante pesquisar!

      Valeu pela sugestão, tá aqui na nossa listinha de pautas!

      Beijão!
      Jana

  3. Faço coro com o Mike Wevanne: um programa que abordasse os tempos verbais seria muito bem vindo. Particularmente é algo que me cobro bastante, e me toma um tempo considerável no processo de revisão. Perto de paranóia!
    Obrigado pela citação de “O Maior Show do Mundo” durante o programa!

    1. Fala, A. R.!

      Definitivamente já colocamos esse tema na listinha de pauta! E conte sempre com o CF na sua jornada! <3

      Beijos!
      Jana

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