Curta Ficção #030 – Mercado Anglófono de Ficção



Curta Ficção #030 – Mercado Anglófono de Ficção

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Neste episódio, Thiago Lee, Jana Bianchi e Rodrigo Assis Mesquita convidam o autor e tradutor Fábio Fernandes para falar sobre como adentrar o mercado anglófono de ficção, além de contar suas próprias experiências com a escrita em inglês.

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13 thoughts on “Curta Ficção #030 – Mercado Anglófono de Ficção

  1. Muito bom! Ainda não ouvi todos os episódios, mas do que tenho ouvido parece-me que vocês têm melhorado! Muito obrigada por este maravilhoso episódio, bjs de uma ouvinte portuguesa 😗

    1. Oi, Alexandra!

      Muito obrigada pelo comentário transoceânico! 🙂

      Que legal que está gostando, conta pra gente depois o que achou dos outros episódios e sinta-se à vontade de sugerir pautas ou dar sugestões!

      Beijos!
      Jana

  2. Que programa! Sou suspeito pra elogiar, mas o conteúdo foi muito além do que eu imaginava. O Fábio foi um convidado e tanto para esse tema e acho que o formato pré-gravado, ainda que tirando um tanto da dinâmica, contribui para respostas mais pensadas e completas.

    Só fiquei na expectativa dos cursos que o Rodrigo falou e dos links para as revistas!

    1. Fala, César!

      Ae, que bom que você curtiu! O Fábio mandou muito nas respostas, foi praticamente um workshop de publicação na gringa! Hahaha…

      E foi falha nossa a gente não ter colocado os links! Hahaha… Vou deixar aqui nesse comentário e depois a gente atualiza o post e até poste nas redes sociais! Valeu pela lembrança, aliás! Hehe…

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      Ufa!

      Acho que é isso! Qualquer coisa, grita! 😛

  3. Esse é aquele tipo de episódio que empolga a gente. \o/

    Já tenho uma meta para 2018: escrever algo em inglês e enviar p’ra alguma revista.

    CYA

    1. Fala, Auryo!

      Aeeeee, melhor notícia! Deu uma empolgação mesmo esse episódio, até eu fiquei tentada, viu… Adorei sua meta pra 2018, boa sorte! 🙂

      Beijo!
      Jana

  4. Muito legal o podcast, o Fábio Fernandes foi muito direto e sincero em suas considerações. O mercado anglófano é feroz, profissional e implacável.
    Já tentei enviar um flash fiction para um site americano, e foi uma experiência boa. Eles me responderam dizendo que gostaram da história, mas que o inglês estava uma bella porcaria. Obviamente utilizaram eufemismos, o feedback foi bem educado. Desde então eu não tentei mais escrever em outro idioma, mas já utilizei tradutores contratados com resultados razoáveis.
    Sempre fiquei com a dúvida se existe um mercado de ficção de gênero em língua espanhola, fica a sugestão de pauta.

    1. Fala, Maurício!

      Valeu pelo comentário! Isso do mercado gringo é bem legal: geralmente tem algum tipo de feedback particular sobre o trabalho, às vezes coisinhas bem rápidas mas que ajudam! E é muito difícil escrever num idioma que a gente não domina, né? 😮

      E valeu pela ideia de pauta, é legal mesmo! Depois procuramos autores que tenham tido essa experiência… seria massa!

      Abração!
      Jana

  5. Outro excelente episódio. O Fábio é uma pessoa generosa, além de ter um conhecimento extenso e invejável quando se trata de ficção especulativa. Como professora de inglês, gostaria de dar algumas dicas a quem ouviu o podcast, aprender uma outra língua te faz entender melhor a sua língua e as suas origens, então é primordial para qualquer escritor, mesmo que nunca se aventure em mercados internacionais, aprender outro idioma, seja espanhol, francês, japonês, nepalês (a mais difícil de todas ever). Mesmo para uma pessoa que tem um bom conhecimento da língua, ou seja, tenha feito sua Cultura Inglesa, Cel Lep, Yazigi durante 4 ou 5 anos é preciso mais 3 ou 4 para dominar o idioma a ponto de poder desenvolver uma prosa fluída. Quem não pode pagar um profesor, mas sabe inglês suficiente, há cursos gratuítos de narrativa, estilo, técnica e competências gramaticais disponiveis em plataformas MOOC.

    1. Obrigada pelo comentário, Claudia!

      Ótimo comentário! Saber falar português perfeitamente, nativo, já não é garantia de boa escrita, então porque seria pra inglês, né? E mesmo que você escreva muito bem em português, escrever em outro idioma é completamente diferente! Eu vi os cursos que você indicou lá no Facebook, é uma ótima dica pra quem quer se aventurar nesse mercado!

      Abraçãooo!
      Jana

  6. Muito legal conhecer algumas peculiaridades da metodologia editorial gringa, dá para sacar que a brasileira precisa melhorar em muitos pontos para amadurecer. Mas pergunto: cês acham que isso é culpa do mercado comparativamente MUITO menor ou de certa acomodação das editoras?

    1. Fala, Mike, tudo bom?

      Putz, eu acho que tem um pouco das duas coisas. Na real, pra ser sincera, eu acho que tem três coisas – algumas são causadas umas pelas outras, talvez… acho que são bem correlacionadas. Uma é o mercado ser pequeno e inexperiente. Eu acho que todo mercado tem uma curva de experiência… sendo mais novo, o nosso ainda deve pro gringo. A outra coisa é uma certa má vontade ou talvez falta de boa vontade das editoras. E a terceira coisa é que o mercado aqui é muito menos rentável e saudável. Digo que acho que as coisas se correlacionam porque acho que muitas falhas das editoras são decorrentes do mundo cão que é tentar vender livros no Brasil. Tem coisa que acho que é descaso mesmo, mas tem muita editora brigando fortemente pra fazer um trabalho legal aqui e esbarrando em muitos problemas por falta de retorno, sabe?

      Mas eu acho que tá melhorando aos poucos. Eu realmente acho que estamos em uma curva ascendente, pelo menos de qualidade, à despeito da crise numérica do mercado (que acho que tem muito à ver com a crise do país em si)… Vale um episódio só sobre essa parte mais econômica do mercado, né? hahaha…

      Abração!
      Jana

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