Pavio Curto #002 – O desafio dos eventos literários



Pavio Curto #002 – O desafio dos eventos literários

Ouvir

Esse é mais um episódio do Pavio Curto, o podcast spin-off do Curta Ficção sobre mercado literário e suas tretas. Nele, Gui Liaga, Taissa Reis, Jana Bianchi e Barbara Morais falam sobre o desafio que é fazer eventos literários no Brasil. Quais são os tipos de evento existentes, seus públicos, os paradoxos do mercado e as principais complicações pra organiza um evento?

Comente sobre o episódio no feed do podcast, na página do Facebook ou pelo Twitter, no @curtaficcao. A gente quer ouvir sua opinião!

***

ATENÇÃO!

Para ouvir o episódio, clique no botão play, no botão de download no plugin abaixo, ou escute pelo perfil do Curta Ficção no Spotify.

Curta Ficção, EntreFicções e Pavio Curto no Spotify: https://open.spotify.com/show/7g006vOSEM82oK207XUX7E

Curta Ficção, EntreFicções e Pavio Curto no iTunes: https://itunes.apple.com/gh/podcast/curta-fic%C3%A7%C3%A3o/id1192004021?mt=2

Feed do podcast Curta Ficção: http://curtaficcao.blubrry.com/feed/podcast/

Feed do EntreFicções: http://curtaficcao.blubrry.com/category/podcast/entreficcoes/feed/

Feed do Pavio Curto: http://curtaficcao.blubrry.com/category/podcast/pavio-curto/feed/

 

***

Assinem nossa newsletter

Curtam nossa página no Facebook

Sigam-nos no Twitter

***

Leia psicopata é o espírito animal desse podcast

LINKS DO EPISÓDIO

VAI QUE ROLA

***

ONDE ACHAR A GUI

ONDE ACHAR A TASSI

ONDE ACHAR A PÁGINA 7

ONDE ACHAR A JANA

ONDE ACHAR A BÁRBARA MORAIS


6 thoughts on “Pavio Curto #002 – O desafio dos eventos literários

  1. Vou ouvir depois, mas já vou comentar hahahaha

    Tava conversando sobre algumas pessoas sobre como o formato da bienal é atrasado em alguns sentidos, e depois de ir na Flipop e outros eventos mais imersivos, como a bienal se torna enfadonha em relação a autorxleitor. Além de que a programação é toda feita por uma organização que tem um olhar meio atrasado em algumas coisas. Claro que eles precisam pensar em retorno financeiro, e o que trás retorno financeiro é levar celebridade pro evento. Mas aí, alguns temas importantes e de formação de novos leitores acabam ficando de fora.

    1. Maryyy! Você poderia ter participado do programa hahaha falamos justamente sobre isso, até assustei aqui que você não ouviu ainda! 😛
      Espero que curta! Obrigada por comentar! <3

  2. Quando falaram “machado de brinquedo” esperei algo mega colorido com aquelas buzinas… Aí vem essa foto kkkkkkkk Amei a cara da Leia.

    Uma sugestão de tema: ego de escritor (Muahahahaha).

    1. HAHAHA a Leia não brinca de ser psicopata em serviço! hahaha…
      E amei a sugestão, dá pra pistolar MUITOOO com esse tema, né? 😛

      Abração, Auryo! 🙂
      Jana

  3. Oi, gente o/

    Acompanhei um pouco do que foi a Flipop pelos depôs no twitter (sabem se alguém gravou alguma mesa?) e fico feliz por a comunidade estar se reunindo dessa maneira <3 Os YA por aqui, Br, parecem ficar sempre tão de lado. Campanhas como #YAéliteratura acabou fortificando mais – o que foi bem lindo ver todo mundo se manifestando.
    Bem, nunca fui na Bienal ou outras feiras grandes/famosas do país (flip, flipoços, festipoa, etc); é como a história do caviar – nunca vi, nem comi, só ouço falar ^^ Acompanho as atividades da minha cidade (São Luís) e faz uns 3 anos que coordeno alguns projetos e eventos culturais voltados para leitura. O que posso dizer sobre isso é: SÓ AMANDO MUITO MESMO pra continuar fazendo, pq não é fácil. Os eventos que fazemos (pelo Clube do Livro Maranhão) são no estilo mais intimista de clubes de leitura, com conversas, bate-papo com escritores, eventos de editoras, etc. Somos, por assim dizer, uma das poucas opções de entretenimento voltado para jovens e adultos que tem essa ligação com o mercado literário contemporâneo. É bem nessa ideia de ter pessoas para conversar sobre o que se gosta, conhecer novos estilos, autores, livros… fazer parte de uma comunidade mesmo. Os encontros são mensais, em datas e horários mais favoráveis pra geral (tardes de fds), com toda uma organização pra manter as atividades e tal. O que nos chateia é quando vemos leitores falando que não tem esse tipo de evento na cidade, ou se sabem, não comparecem mesmo tendo interesses nos livros e temas. É difícil alcançar leitores que não querem ser alcançados =/ Já teve projeto bacana que fechou porque não tinha público ou força pra se manter – e isso tudo iniciativa privada, investimento próprio. Afora isso, ainda lidamos com mto preconceito do próprio meio local, gente das políticas públicas – já rolou boicote às claras, pq acham que estamos competindo por atenção e não, não é nada disso. Tamo aqui pra somar, fazer da leitura algo mais que "vá ler um livro pq é importante ler". Tem umas pessoas iluminadas que super entendem e apoiam, claro, mas tem uma galera que nem sei dizer… Existem umas rixas bem incompreensíveis nesse meio '-'
    Não é toda produção que faz evento bem direcionado – como o exemplo que vocês falaram da Bienal, de ter programações "chatinhas", que não dão mta gente ou que colocam em horários bem fail. Por aqui tbm rola isso. Eu fico de cara como tem livreiro que coloca sessão de autógrafos pra meio da manhã ou tarde em horário de escola, sendo que o público dos autores em questão estão na sala de aula. Ou que chamam um autor e não preparam nada de programação – perguntas, dinâmicas, interação – e fica uma coisa avulsa, mal organizada. Alguns autores que já visitaram a cidade em projetos já contaram que foram convidados pra eventos bem aleatórios e com público nada a ver. Imagina você escrever pra galera de 20 pra cima, crise existenciais, ansiedades, relacionamentos, e ser convidado pra um evento com crianças de 10 anos? Outra grande dificuldade, que acho que outros grupos sem fins lucrativos podem ter tbm, é em relação a convidar autores de outras cidades/regiões, pq, como coletivo de investimento próprio, dependemos de algumas instituições pra financiar deslocamento, estadia, etc (como shoppings, livreiros, editoras, empresas), daí ainda tem o cachê e é triste não poder oferecer. Isso é sempre um ponto mto delicado na feira da cidade (que já tentaram fechar!).
    Mas, como falei lá em cima, a gente só insiste por amor mesmo, na garra de fazer a diferença.

    Acrescento uma pistolagem recente em relação a editais culturais de incentivo, que sempre tem uma pegadinha pra produtores culturais. Tem um edital do MinC no ar direcionado a feiras e ações literárias, massssssssss, olha só, são só pra grupos que possuem CNPJ. Enquanto tínhamos CNPJ, não tinha um incentivo que pudéssemos nos encaixar. Enfim, muitas iniciativas são do próprio bolso da organização e tem dias que é difícil manter o que estamos fazendo.

    Pra fechar o textão, só queria dizer que vamos ter Clube de Julho sobre Harry Potter e que o projeto Planeta de Leitores (da editora Planeta) vai voltar em agosto, junto com o Daniel Bovolento, uma pessoinha mto querida por todos que veio ano passado e retornará com novo livro <3 São programações que esquentam o coração quando bate todas essas bads de produção cultural.

    1. Fala, Kleris!

      Menina, que comentariozão hahaha adorei!

      Sobre as mesas da FLIPOP: as mesas “Livro ao Vivo” tiveram o áudio gravado e vão sair no podcast Desafio Ex Machina e eté vi o pessoal postando parte das mesas no YouTube, mas foram coisas meio esparsas…

      Você falou coisas muito legais, mas gostei especialmente de “é difícil alcançar leitores que não querem ser alcançados”… são tantas barreiras, né, temos que pensar em tudo isso!

      E mais uma vez: ótima ideia de pistolagem essa sobre os editais! E boa sorte com o seu Clube e seus eventos, muito bom saber que tem gente com tanta disposição tocando essas coisas ainda… 🙂

      Abração!
      Jana

Leave a Reply

*