Curta Ficção #038 – Agenciamento Literário



Curta Ficção #038 – Agenciamento Literário

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Neste episódio, Thiago Lee Jana Bianchi convidam Gui Liaga e Taissa Reis da Agência Página 7 para falar sobre agenciamento literário. Quais são os direitos e deveres da agência e do agenciado? Como saber se a proposta de agenciamento é uma boa ou é furada? Esse o primeiro episódio da participação do Curta Ficção no #OPodcastÉDelas2018.

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16 thoughts on “Curta Ficção #038 – Agenciamento Literário

  1. Interessante. Como ouço praticamente podcasts de fora, sempre fico assustado com as diferenças entre agências e editores e suas funções lá fora e aqui. Mas enfim, não entendi bem a exigência delas do livros estar terminado para que vc possa submetê-lo a elas, revisado (custa caro) para depois ainda sofrer mudanças. Sempre achei que revisão era das últimas coisas, já que, justamente, o material sofreria muitas mudanças. Poderiam esclarecer isso?

    1. Oi, Renato, tudo bom? Obrigada pelo comentário! 🙂

      Ó, vou falar por mim, mas vou pedir pra Tassi ou Gui virem falar depois com mais propriedade! Hehe… Mas eu entendo que quando elas dizem “revisão”, não é necessariamente uma revisão profissional, mas sim uma segunda olhada no texto. Se de muita gente que acaba de escrever um texto e já manda pra editora, agente, ou até mesmo posta online e tal. Acho que parte da avaliação do agente tem um pouco de base no cuidado do autor com o texto, profissionalismo, por isso acho que elas mencionaram isso.

      E sobre o manuscrito pronto, eu acho que tem mais a ver com a mecânica das editoras do que das agências em si. Sei de autores já bem estabelecidos que ainda não conseguem fechar contrato prévio com as editoras, talvez pela maturidade do nosso mercado e abertura das editoras ao risco (que é baixo, entendo eu, especialmente no caso de autores nacionais). Acho até que alguns autores já publicados conseguem fechar novos contratos com as próprias casas editoriais com pitchs ou book proposals, mas acho que pra quem tá começando, ainda é complicado tentar se vender sem o texto em mãos!

      Mas, como disse, vou pedir pro Página 7 explicar melhor!

      Abração!
      Jana

    2. Oi, Renato! É o que a Jana falou, mesmo. Revisar nesse caso é no sentido de rever o texto, de não apenas escrever e enviar para editoras/revistas/agentes, mas tentar conseguir outra opinião através de um beta ou uma leitura crítica, e você mesmo reler o original inteiro com um olhar mais analítico, procurando possíveis pontos de melhora. Espero ter esclarecido sua dúvida! Abraços.

    3. Pedindo licença às meninas para dar minha opinião enquanto ouvinte (me corrijam se eu me enganar): a necessidade da obra concluída para enviar para elas é que o agenciamento de certa forma se aplica à obra enquanto produto, mais do que o agenciamento do escritor propriamente (como um análogo ao trabalho de empresário artístico). Logo, é preciso enviar ao agente a obra completa para que esta seja representada e apresentada para editoras, etc. Enquanto estiver incompleto, um livro é uma ideia, não uma obra. Espero ter entendido corretamente.

  2. Arrasaram!
    Acompanho o trabalho da Página 7 e admiro muito tudo que eles fazem. Foi ótimo ouvir esse episódio. Curta Ficção honrando o título de Meu Podcast Favorito hahahaha

    Abraços.

    1. Oi, Lucas! Ownnnnn, valeu pelo comentário e pelo carinho! :3
      Espero que a gente possa continuar fazendo jus ao título! <3
      Beijãooo!
      Jana

  3. Parabéns Lee \o/

    Não tinha ideia da forma de recebimento de um agente literário. Coitados… se um escritor no Brasil já é um lascado, imagine. ‘Tô longe de saber qualquer coisa aqui kkkkkkk

    1. Hahaha, acho que justamente por ser “um lascado” que a maioria dos escritores não-profissionais é avesso ao agenciamento, afinal, já reduz a grana escassa que pingaria no bolso através da auto-publicação, por exemplo. Mas o episódio abriu meus olhos para o assunto quando citou o mercado americano, que é difícil achar escritores que não sejam agenciados por alguém. Acho que é um bom ponto para aqueles que querem se profissionalizar refletirem.

      1. Fala, Auryo e Mike!

        Hahaha todo mundo que se mete nesse mercado já é meio birutinha da cabeça rs
        Brincadeiras à parte, querendo ou não a agência trabalha com uma aposta, recebendo só depois das vendas – como no caso de uma editora. O retorno é mais lento, mas depois de estabelecido um catálogo consistente, através de trabalho duro, tudo fica melhor, acho! 🙂

        E sim, nos EUA o agente é quase obrigatório. Tanto que se você for ver livros e cursos sobre escrita em inglês, quase sempre a menção é “você precisa preparar o melhor possível seu manuscrito antes de mandar pra um AGENTE”, raramente são mencionadas as editoras mesmo… E outra coisa legal de observar é que quase todo livro gringo, mesmo quando é primeiro livro do autor, tem agradecimento ao agente no fim, já viu? 🙂

        1. Eaí, Jana. \o/
          Além disso acaba se formando um time de escritores, adorei uns vídeos do Página 7 com várias autoras e autores. Deve ser muito útil/divertido para troca de ideias, divulgação, trabalhos em conjunto, indicações mútuas.

      2. Pois é, Mike, isso torna as coisas quase uma bola de neve: o agenciamento dá ao mercado um ar mais profissional, mas os autores daqui não têm o costume de procurar um agente literário porque o mercado não parece ser profissional o suficiente para isso ser necessário.

  4. Nesse tipo de discussão percebemos o quanto o cenário brasileiro de escrita precisa amadurecer… Não se trata apenas da diferença de dimensão do mercado, mas ao meu ver há uma diferença de décadas de atraso no aparato técnico para dar suporte a esse mercado. E estamos falando de um país que apesar da cultura educacional falha, possui tradição literária.

    Mais uma vez, parabéns pelo episódio. Fico no aguardo no especial do Dia das Mulheres.

    1. Fala, Mike! Com certeza, nosso mercado é “iniciante” em muitos aspectos – especialmente na fantasia e ficção científica (na ficção realista, pelo menos na mais “reconhecida”, esse formato é um pouco mais comum e tal).

      Obrigada pelo comentário, que bom que curtiu!

      Beijão!

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