Curta Ficção #025 – Tradução Literária, com Camila Fernandes e Santiago Santos



Curta Ficção #025 – Tradução Literária, com Camila Fernandes e Santiago Santos

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Neste episódio, Thiago Lee, Jana Bianchi e Rodrigo Assis Mesquita entrevistam Camila Fernandes e Santiago Santos, profissionais da escrita e da tradução, como parte da campanha nacional #LeiaNovosBR, e discutem como começar uma carreira no ramo da tradução literária e como isso afeta o ofício da escrita.

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11 thoughts on “Curta Ficção #025 – Tradução Literária, com Camila Fernandes e Santiago Santos

  1. Ótimo episódio, pessoal! Quero começar a trabalhar com tradução mais para a frente (e pretendo começar a trabalhar com revisão e leitura crítica em breve) e adorei as dicas, principalmente essa de encontrar artigos de escrita e pedir para traduzir. Inclusive aceito dicas de sites gringos de escrita! E vou ficar esperando o episódio sobre trabalho em home office!

    1. Muito obrigada pelo comentário, Laís! Também estou nessa de querer saber mais sobre esse meio, é muito interessante e a gente ainda não tinha ouvido um podcast sobre, daí a ideia! Que bom que curtiu! Essa ideia de traduzir artigos é ótima! Eu ando lendo bastante sobre tradução e vou começar um curso agora, se souber de algo eu te aviso! 🙂

  2. Olá, pessoal!

    Estive pensando se, após a publicação do ebook numa plataforma como a Amazon se uma boa estratégia a se seguir não seria buscar traduzir a história para algumas línguas. Imagino que a distribuição virtual, sem frete, seja uma vantagem do formato que poderia ser mais explorada, aumentando o número de leitores de uma escala nacional para uma escala global. Sei que o mercado do inglês é mais competitivo que o brasileiro, mas também sei que é mais aquecido e com muitos incentivos para iniciantes, além disso, existem outras línguas com bons mercados para literatura como os de língua espanhola, francesa, japonesa…

    Gostaria de saber o que vocês acham sobre essa “estratégia”. Sabem se os autores iniciantes do cenário literário nacional independente tem seguido nessa direção? Será que investir em divulgação seria mais eficiente que em tradução?

    Era só isso mesmo. Agradeço pelo espaço e continuem com o bom trabalho no podcast!

    1. Fala, Cesar, tudo bom?

      Putz, é um ótimo ponto esse. Eu já pensei bastante sobre isso e conversei muito com pessoas que já publicaram lá fora, tradução ou coisa original em inglês mesmo. Se você concordar, vou propor de falarmos sobre isso no episódio que vem, que é pra responder perguntas! Acho que dá pra falar BASTANTE sobre isso. Temos uma pauta de publicação no exterior também, mas acho que já valeria começar a falar sobre o assunto.

      Obrigada pelo comentário! 🙂

  3. Um bom episódio, pessoal! Faço algumas traduções de artigos e também aplicativos. Já traduzi um dos meus livros para inglês, mas tive que depois colocar nas mãos de um nativo para corrigir alguns problemas do texto. Até que funcionou. Foram boas dicas.

    1. Fala, Carlos!

      Nossa, o olhar de um nativo faz toda a diferença! Nunca traduzi algo meu, mas já escrevi um texto original em inglês pra uma antologia e também fiz questão de passar por um editor, que obviamente pegou várias coisas que poderiam melhorar em inglês. Foi interessante porque aprendi bastante! Curti a experiência de escrever em inglês, apesar de ter ficado com dor de cabeça um tempo depois hahaha…

      Obrigada pelo comentário! 🙂

    1. Fala, Mike!

      Obrigada pelo comentário! 🙂

      Acho que vai ser uma boa fazer esse episódio sim, já vamos entrar em contato com o Rodrigo pra ver se ele topa falar. Nesse meio editorial é muito comum trabalhar de casa, né, o que pode ser um sonho ou um pesadelo de acordo com o preparo de cada um. Valeu por opinar! 🙂

  4. Boa tarde!

    O trabalho de vocês é muito bacana e não perco nenhum podcast. Publiquei meu primeiro livro em 2014 e venho tentando encontrar formas práticas de marketing que não me esgotem todo o tempo, pois além de escrever, trabalho como professor em escola pública. Acredito que a maioria dos escritores, indie ou não, acabam vivendo uma jornada dupla profissional: o trabalho do coração (a escrita) e o trabalho do dinheiro (qualquer outro, que às vezes é do coração também); claro que há aqueles que conseguem combinar esses dois mundos, embora eu pense que seja uma minoria. Vocês podem falar sobre táticas de marketing/publicidade acessíveis a esses escritores multiatarefados? Daquelas que são potencialmente efetivas, mas não consomem muito tempo? Ah, e acho bem legal essa ideia de um podcast sobre produtividade e home-office; sugiro que nesse vocês falem um pouco de estratégias anti-procrastinação também.

    Mais uma vez, parabéns pelo trabalho de vocês. 🙂

  5. Sobre o formato do episódio, confesso que gostei, pois houve um aprofundamento bem legal das opiniões, talvez pq desse maneira (gravando as respostas dos convidados antes e comentando depois) haja mais tempo para elaborar respostas e pensar em nos detalhes, suponho. Mas confesso que o episódio #22 não teria sido tão divertido sem a interação que teve em tempo real com os convidados.

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