Curta Ficção #024 – Publicação digital independente, com Camila Guerra e Thiago D’evecque



Curta Ficção #024 – Publicação digital independente, com Camila Guerra e Thiago D’evecque

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Neste episódio, Thiago Lee, Jana Bianchi e Rodrigo Assis Mesquita entrevistam os escritores Camila Guerra e Thiago D’evecque como parte da campanha nacional #LeiaNovosBR e discutem como começar uma carreira independente através de publicações digitais.

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Links comentados:

Promessa de Fogo, de Thiago D’evecque

A Última Chave: Realidade em um Mundo Paralelo, de camila Guerra

Limbo, de Thiago D’evecque

As Flechas de Tarian, de Camila Guerra

Blog Pequenos Deuses

Ecos da Galeria – Newsletter

Grifo Negro

Serviço de Leitura Crítica e Preparação de Texto

Guerras Cthulhu

Sombras, de Jana P. Bianchi

Lobo de Rua, de Jana P. Bianchi

Réquiem para a Liberdade – Wattpad – Thiago Lee

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11 thoughts on “Curta Ficção #024 – Publicação digital independente, com Camila Guerra e Thiago D’evecque

  1. Olá,

    Muito legal o episódio. Eu já faço publicação independente há alguns anos (comecei na época em que era comum apenas PDF). Existe um distribuidor internacional, o Smashwords, que distribui para múltiplas plataformas/formatos. Em relação a publicar na Amazon (KDP Select), vale a pena atingir outros canais como a loja da apple. Tenho vários clientes que só compram por lá, inclusive deficientes visuais que usam o iPhone/iPad para ler os livros.

    Mas outra vantagem de não ficar no KDP select é poder colocar seu livro no Wattpad, por exemplo, o que pode ajudar a construir plataforma de escritores. Acho que para quem está no mercado como independente é importante construir uma base de leitores. Já vi por exemplo, alguns de meus livros pirateados, mas não acionei por que acho que ajuda a divulgar. É claro, que para maximizar os ganhos num curto/médio prazo, o KDP Select é uma boa opção.

    Aproveitando o comentário para fazer um jabazinho. Se algum escritor independente tiver interesse em ilustrações e/oucapas e estiver com orçamento curto, pode me procurar pelas redes sociais, não sou careiro. Instagram: carlos_m_rocha ou carlosmrocha no Deviantart.

    Ah, e comprei Lobo de Rua e A Promessa de Fogo. Estão aqui na minha fila esperando para serem lidos. 😉

    1. Poxa, Carlos, obrigado por seu comentário, que bom que você tem tanta experiência no assunto!

      Neste episódio focamos mais no KDP por ser o “know how” de nossos convidados, mas a gente abordou um pouco das outras possibilidades de publicação no episódio 15. De qualquer maneira, vamos dar sim uma olhada no Smashwords, parece ser interessante.

      Abraço!

  2. Pergunta: O KDS Select exige exclusividade, OK.
    Como autor, posso ter um livro no modo KPD Select (com exclusividade) e outro livro apenas no KDP (sem exclusividade) ?
    Resumindo, o programa Select é por Livro ou por Autor?

    Sugestão:
    Um episodio sobre o fluxo de finalização do livro, depois de terminar a primeira versão do livro…
    Qual fluxo? Leitores Betas, depois Leitor Critico, depois Correção Ortográfica..
    O que vem primeiro? É valido ter mais de um Leitor Critico?
    Como receber as opiniões dos Betas e dos Leitores Críticos na mudança da obra.

  3. Olá!

    Bacana o programa! Virei seguidor. :o)

    Só gostaria de comentar sobre as editoras que reclamam que a produção do ebook é cara. O que imagino é que pode estar havendo mau emprego dos recursos, talvez por puro desconhecimento. Provavelmente estão terceirizando e, aí, pagando caro por uma operação relativamente simples.

    Se eles já têm o arquivo do livro para impressão, muito provavelmente criado em um software como o InDesign, a partir desse arquivo um profissional acostumado com o software faz a conversão em pouco tempo. Se em vez de terceirizarem fizerem isso internamente, ou pagarem um pouco mais ao mesmo profissional que montou o arquivo para impressão, o custo vai despencar. Ele pode criar o arquivo para impressão e ir preparando para o ebook, facilitando o processo final.

    Antes que alguém diga que não sei do que estou falando, eu mesmo já fiz essa conversão para livros meus e de outras pessoas. Fiz sem conhecer grande coisa do InDesign (porque não vivo disso), depois de passar algumas horas estudando o bicho para criar os livros para impressão e, depois, convertê-los em ebooks. Um profissional acostumado a trabalhar no software vai fazer o mesmo trabalho em uma fração do tempo que levei para concluir.

    O que um ebook tem que um livro impresso não tem? Pouca coisa. Primeiro, o índice, que é diferente e o único item mais chato de fazer, mas nada do outro mundo. Depois basta retirar: quebras de página (o texto passa a ser uma coisa só, corrida), números de página, cabeçalhos, rodapés. Na verdade basta mudar o modelo (provavelmente os profissionais da área chamam de “template”) e pimba! Há mais de uma maneira de preparar sua vitamina. E se o livro contiver imagens, basta mudar o tipo de ancoramento. Só isso. E o InDesign ainda exporta direto no formato epub, perfeitamente compatível também com o sistema de publicação da Amazon.

    O inverso é que é trabalhoso, ou seja, pegar um arquivo feito para ebook e prepará-lo para impressão. Aí o processo é demorado mesmo.

    Abraço!

    1. Oi, Marcos!

      Valeu pelo comentário e por ter virado ouvinte, espero que goste dos outros episódios 🙂

      Realmente, acho que há desinformação a respeito da produção do ebook, além de poucos dados (confiáveis) sobre demanda de ebooks, o que faz com que fique mais difícil calcular o preço de capa de um ebook (ao contrário da edição física, não há um número exato de livros que divide os custos fixos, ainda mais considerando que eles são divididos com a edição física). Talvez seja legal fazermos um episódio sobre precificação com um editor. O que acha?

      Um abraço!

      Lee & Jana

  4. Episódio excelente!

    Apoio os programas extras. Vocês também podiam convidar capistas para comentar sobre o processo deles na confecção das capas.

  5. Excelente cast.

    Para mim, o legal de ser autor independente é que isto me motiva a ficar de olho em tudo. Já publiquei em uma editora pequena e cometi o seguinte erro “A editora está tomando conta disso”. Hoje percebo que esta postura não ajudou em nada e hoje posso dizer com convicção “Meu trabalho está muito mais profissional”.
    Sobre a questão da pirataria, gostaria de abordar o seguinte pensamento:

    Assistir série tornou-se algo mais comum devido a pirataria e os mangás devem muito aos sites de scans. E os livros? Pode acontecer algo parecido com eles?

    A conversa é longa quando o assunto tratado é o preço que as editoras grandes cobram em seus e-books. Vou tentar resumir a informação que eu tenho:

    Há muito receio das grandes gráficas em relação a plataforma digital e as editoras não gostam nenhum pouco de estremecer suas relações com elas.

  6. Oi, Wesley!

    O relacionamento entre a editora e o autor tem que ser uma parceria calcada na confiança e profissionalismo. Infelizmente há editoras e autores que não têm essa visão. No entanto, cada vez mais os autores estão conscientes de que não podem simplesmente delegar tudo para a editora, isso faz com que as editoras também assumam uma postura mais profissional e tudo vai melhorando aos poucos.

    Pirataria realmente é um assunto bastante complexo com muitas visões envolvidas. Pretendemos fazer um episódio só sobre isso para podermos refletir com cuidado cada ponto.

    Abraço!

    Lee & Jana

  7. Ótimo episódio, pessoal. Li “Limbo” do Thiago e é um dos meus livros favoritos, estou bem curioso pelo “Promessa de Fogo” (já está me esperando no kindle hehehe). Não conheço o trabalho da Camila, mas adorei as respostas dela, vou procurar mais e adicionar na lista.

    No meio do episódio vocês comentaram de um possível episódio sobre capas, eu como designer gráfico fiquei bem interessado e quero deixar meu voto aqui HAHAHAHA.

    Parabéns pelo trabalho incrível.

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