Curta Ficção #016 – Narração: Primeira Pessoa



Curta Ficção #016 – Narração: Primeira Pessoa

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Neste primeiro episódio da série Narração, Thiago Lee Jana Bianchi explicam o que é narração em primeira pessoa e ilustram, com exemplos, as vantagens e desvantagens de utilizá-la.

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Links comentados:

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Serviço de Leitura Crítica e Preparação de Texto

Guerras Cthulhu

Sombras, de Jana P. Bianchi

Lobo de Rua, de Jana P. Bianchi

Réquiem para a Liberdade – Wattpad – Thiago Lee

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17 thoughts on “Curta Ficção #016 – Narração: Primeira Pessoa

  1. Boas dicas de escrita. Mas eu preferi a abordagem como foi a do Logan, analisar uma história para dali tirar lições de escrita e criação de mundos/personagens/histórias.

    1. Fala, Maurício!

      Valeu pelo comentário!

      A gente acho que ficou mais dinâmico usar exemplos também! Estamos experimentando uns formatos e acho que aquele ficou mais fluido e tal. Nossa vontade é fazer outros de análise como Logan, tanto de filmes quanto de séries! Se tiver alguma indicação, aliás, comenta que a gente considera nas pautas!

      Grande abraço!
      Jana

    1. Valeuuu, Gabriel!

      Mantendo o episódio menorzinho, acho que dá pra abordar algumas coisas mais técnicas, né? Se tiver sugestão de assunto ou aspecto técnico, comenta pra gente, aliás!

      Abraços!
      Jana

  2. Eu gostei do formato. Eu preciso de muitas dicas para melhorar a minha escrita. Continuem com esse formato, mas não abandonem os outros. Todas as opções são muito boas. Enfim, eu gosto muito do podcast e não tenho nada a criticar.

    1. Fala, Rogério!

      Pô, comentário mais satisfatório esse! Hehe… Nossa ideia é ir mesmo alternando os formatos, com convidados e sem convidados, enquanto o pessoal continuar curtindo! Valeu pelo seu retorno e pelos elogios, a gente fica lisonjeado! 🙂

      Grande abraço!
      Jana

  3. Ótimo episódio. Não sabia que O assassinato de Roger Ackroyd era em 1ª pessoa. Hmm narrador não confiável… já quero. Eu ‘tava mesmo procurando algo da Agatha p’ra ler, agora vou arrumar esse livro nem que seja em pdf.

    Tenho um pedido cruel: façam um sobre “segunda pessoa” também =’) É um tipo de narrativa que sempre chama minha atenção, não que eu tenha lido milhares de livros com esse artifício, mas… toda vez que aparece ficou meio bugado. Há o exemplo clássico do Clube da Luta, bem como um conto relativamente curto do Carlos Fuentes chamado Aura.

    P.S.: O canal da Wlange é excelente. Quem puder: acompanhe o Ficçomos. \o/

    P.S.2: Muitas séries sendo criadas kkkkkk

    1. Fala, Auryo!

      Narrador não confiável é muito legal! Abre muito o leque de possibilidades, é um baita trunfo pra se ter na manga, né?

      E acredita que a gente pensou em fazer um episódio sobre segunda pessoa? Hahaha… Eu demorei uma década pra responder então não sei se você já assistiu o episódio #019, mas o André Timm usou segunda pessoa no livro dele, Modos Inacabados de Morrer, e até comentou sobre isso no episódio!

      Muito obrigada pelo comentário! 🙂
      E o Ficçomos da Wlange é maravilhoso!

      Jana

    2. Fala, Auryo!

      Narrador não confiável abre muitas opções, né? Eu acho incrível!

      E acredita que a gente pensou em um episódio sobre segunda pessoa? É que eu demorei uma vida pra responder, então você já deve ter ouvido… haha… mas no episódio #019 a gente falou com o André Timm e ele falou sobre isso, porque escreveu o livro dele (Modos Inacabados de Morrer) nessa pessoa! 🙂

      E viva o Ficçomos da Wlange! \o/

      Abração!
      Jana

  4. Excelente episódio. Gostei muito do formato, achei que as dicas ajudaram muito. Ah, e quanto ao livro da Agatha Christie que vocês indicaram, lembrei dele no momento que vocês começaram a falar de narrador não confiável. Adoro esse livro! Continuem assim.

    1. Oi, Thais!

      Obrigada, querida!

      Meu, eu fiquei muito curiosa por esse livro, o Lee já incrementou minha lista de leituras! Haha… Muito obrigada pelo comentário e pelo carinho!

      Abração!
      Jana

  5. Olá, pessoal do CF. Beleza? Espero que sim.

    Gostei muito do programa e o achei muito instrutivo. Um adendo que eu queria fazer: para alguns autores, é preciso “colocar a máscara” e ir além da mera observação cotidiana para se imaginar como pessoa que pertença ao gênero, etnia, classe social, religião ou país ao qual pertence o personagem-narrador. Exemplo: um amigo, certa vez, me mandou um conto narrado em primeira pessoa por uma personagem feminina e ele usou tantos termos “descolados” que deu a impressão que a personagem era uma adolescente desmiolada e não a protagonista que a trama retratava, que era uma pessoa usando um dom sobrenatural para ajudar um amigo.

    Abraços.

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