Curta Ficção #017 – Narração: Terceira Pessoa



Curta Ficção #017 – Narração: Terceira Pessoa

Ouvir

Neste segundo episódio da série Narração, Thiago Lee Jana Bianchi explicam o que é narração em terceira pessoa, narrador onisciente, limitado e discurso indireto livre e ilustram, com exemplos, as vantagens e desvantagens de utilizá-los.

Comente no feed do podcast, aqui na página do Facebook ou pelo Twitter, no @curtaficcao. A gente quer ouvir sua opinião!

ATENÇÃO!

Para ouvir o episódio, clique no botão play ou no botão de download no plugin abaixo.

Feed do podcast: http://curtaficcao.blubrry.com/feed/podcast/

Assinem nossa newsletter

Curtam nossa página no Facebook

Sigam-nos no Twitter

Links comentados:

Curta Ficção #016 – Narração: Primeira Pessoa

Isso Não É Um Podcast

Caixa de Histórias – Exorcismos, Amores e uma Dose de Blues

Serviço de Leitura Crítica e Preparação de Texto

Guerras Cthulhu

Sombras, de Jana P. Bianchi

Lobo de Rua, de Jana P. Bianchi

Réquiem para a Liberdade – Wattpad – Thiago Lee

Dúvidas, comentários, sugestões – curtaficcao@gmail.com


9 thoughts on “Curta Ficção #017 – Narração: Terceira Pessoa

  1. Mais um excelente programa, pessoal. Como já comentei certa vez com a Janayna, costumo ir para o trabalho ouvindo podcasts e o Curta Ficção está entre os meus preferidos. Sobre o episódio 17, a terceira pessoa é o meu ponto de vista preferido por dar uma amplitude maior à voz narrativa e por preterir os “truques” que a primeira pessoa precisa aplicar para contar a história. No que se refere a Harry Potter, gostaria de fazer um único adendo: embora JK Rowling tenha adotado a terceira pessoa, trata-se de uma espécie de primeira pessoa disfarçada, uma vez que toda e qualquer ação transcorre do ponto de vista do protagonista e até mesmo as sensações internas (exemplo: “Harry sentiu uma pedra de gelo descendo pelo estômago”) são restritas a ele. Para os demais, a autora optou, na maioria das vezes, por mostrar reações externas como ruborizar ou sorrir.
    Abraços!

    1. Poxa, Michel, legal! Isso do Harry Potter acho que entra um pouco no que falamos do narrador em terceira pessoa limitado. 🙂
      Obrigado pelo comentário!

  2. Obrigado pelo programa! Foi muito bom! Não sei dizer se prefiro ler livros em primeira pessoa ou em terceira. Acho que sou indiferente quanto a esse aspecto. Eu adoro ler, seja em que pessoa for.

    1. Fala, Rogério! (sim, tirei o dia pra responder os comentários atrasados hahaha)

      Então, minha opinião sobre primeira e terceira é meio mutante, muito engraçado isso. Tem hora que eu só quero ler em terceira, tem hora que só em primeira… Acho que no fundo sou como você, não interessa! hehe…

      Grande abraço!
      Jana

  3. Gostei bastante do episódio! Tanto para ler quanto para escrever, tenho preferência pela terceira pessoa limitada (e inclusive gosto do discurso indireto livre). Mas, claro, também leio em primeira pessoa e cheguei a escrever algumas coisas em primeira pessoa (mas normalmente prefiro a terceira poque costumo usar múltiplos pontos de vista). Só sou um pouco desconfiada com livros que têm múltiplos pontos de vista em primeira pessoa, sempre acabo confundindo um ponto de vista com o outro porque as vozes são bastante parecidas. Um dos poucos nesse estilo que funcionou comigo foi Eu Vejo Kate, justamente porque a voz dos personagens foi bem trabalhada.
    Vou esperar pelo episódio sobre pontos de vista, e também adoraria ouvir um sobre foreshadowing.
    E vou aproveitar para dar um feedback sobre o som: a voz da Jana fica muito baixa, enquanto que em alguns momentos a do Thiago fica um pouco alta, então acabo tendo que mexer no volume toda hora. Não sei como vocês gravam, mas parece que os microfones estão ajustados em volumes diferentes.
    Abraço!

    1. Oi, Laís!

      Obrigado pelo feedback! Não conhecia esse “Eu Vejo kate”, vou dar uma olhada.

      Quanto ao áudio, você sente essa diferença em todos os epidósiod ou foi nesse em específico. Vamos dar umna olhada sim 🙂

  4. Olha, agora ferrou! Terei de dar 10% do valor das vendas do *suspiro* Onze Reis – Principia!
    Ainda mais agora que está vendendo horrores! hahahah

    Olha, comecei FINALMENTE a ouvir o podcast de vocês e já sou fã! Parabéns, seus lindos! <3

    1. Nossa, a gente vai ficar ryyyyycooo! * _ *

      Que honra o grande Zepanetic ouvindo nosso podcast! Valeu pelo comentário e pela gravação, que é passado de hoje mas futuro desse episódio… Faz sentido? rs

      Abração!
      Jana

  5. Olá, pessoal do CF. Tudo bem? Espero que sim.

    Adorei o programa tanto quanto o anterior. Espero que façam mais. E se me permitem a sugestão, criem um sobre infodumpings e foreshadowing.

    Um adendo: acredito que dentro da terceira pessoa, os autores ainda precisam escolher se farão um narrador que descreva o que o personagem entenda que é um elemento da cena, tal qual um animal, cenário ou objeto (exemplo: quando o Harry vê a Penseira, ele a vê como a entende) ou um narrador que descreva o que o produto é e ainda dê uma explicação (pegando o mesmo exemplo anterior, o narrador poderia explicar o que é uma Penseira e a explicação de Dumbledore seria dada em discurso indireto do tipo “Dumbledore explicou a Harry o que era uma Penseira e o garoto ficou surpreso”). Eu, particularmente, prefiro a primeira opção. Daí uso um personagem como “orelha” ou faço até o protagonista pesquisar o que é o objeto que ele viu.

    Abraços e parabéns pelo programa.

Leave a Reply

*