Curta Ficção #012 – O Lado B das Editoras



Curta Ficção #012 – O Lado B das Editoras

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Neste episódio, Thiago Lee, Jana Bianchi e Rodrigo Assis Mesquita convidam Daniel Lameira para falar sobre a realidade das editoras convencionais dentro do mercado editorial. Quais os custos e esforços por trás da produção e lançamento de um livro? Quais as dificuldades adicionais de editar e publicar livros de escritores iniciantes? O que podemos fazer, como leitores e escritores, para melhorar essa realidade?

Aproveitamos esse post para agradecer todos os participantes do I Concurso de Ficção Relâmpago do Curta Ficção e revelar o vencedor e as menções honrosas do concurso, que também foram citados no final do episódio. Parabéns!

Vencedor: Fins de Janeiro – Bruno Müller

Menções honrosas:
Pequenas Vitórias – Maisa Fonseca
Margarina – Robisom Lima
Animal – Leandro Samora

No próximo episódio, o texto vencedor será lido e comentaremos trechos de outros textos participantes. Fiquem de olho!

Tem alguma dúvida ou comentário sobre o funcionamento das editoras? Alguma sugestão sobre o que podemos fazer para tornar o mercado editorial mais forte? Comente no feed do podcast, aqui na página do Facebook ou pelo Twitter, no @curtaficcao. A gente quer ouvir sua opinião!

ATENÇÃO!

Para ouvir o episódio, clique no botão play ou no botão de download no plugin abaixo.

Feed do podcast: http://curtaficcao.blubrry.com/feed/podcast/

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5 thoughts on “Curta Ficção #012 – O Lado B das Editoras

  1. Muito bom o episódio. Foi bastante ilustrativo para pelo menos termos uma ideia dos custos envolvidos. Acho que a única forma de melhorarmos esse mercado é consumindo. Em tudo é assim. Quanto maior o mercado, menor o custo unitário e todo mundo ganha. O problema é que no Brasil junta três fatores pra complicar e os três difícies de resolver: cultura de “levar vantagem”(leia-se, piratear), baixa renda e pouca cultura de leitura. Aí fica difícil. Muito difícil! Mas vamos tentando. De pouquinho em pouquinho vamos melhorando.

    Sobre o próximo episódio gostaria de sugerir que fossem lidos os quatro contos: o vencedor e mais os três com menção honrosa. Se não for possível ou ficar longo demais, vocês poderiam pelo menos pedir autorização aos autores e postar os contos no post ou um link para os mesmos. Tenho certeza que todos os ouvintes do Curta Ficção querem ler esses quatro contos.

    Obrigado pelo programa.

    1. Oi, Rogério!

      Que bom que o episódio lhe foi útil! E pode ficar tranquilo que no próximo episódio será possível ler os contos na íntegra 🙂

  2. Ótimo episódio!

    Realmente nós escritores muitas vezes pegamos pesado demais com as editoras porque apostar em autores novos acaba sendo um grande risco, assim como eu acho que escritores novos também arriscam quando procuram qualquer editora ou formato de publicação.

    Particularmente eu já me conformei em escrever apenas por prazer pessoal, sem almejar retorno financeiro (ou carreira profissional) e por isso me dou ao direito de só querer publicar uma obra que algum dia me traga uma realização pessoal de modo que eu possa sentir orgulho daquela trabalho como objeto artístico. Por isso que eu tenho um livro finalizado que, apesar de ter sido aceito por uma editora pequena, eu decidi não publicar porque não me considero suficiente pronto para o nível que eu almejo e acho que uma obra equivocada poderia prejudicar minha imagem futuramente.

    Acho que essa escolha por um lado é ruim porque nunca poderei viver do que amo fazer, mas por outro lado do ponto de vista artístico eu me sinto totalmente livre para escrever exatamente o que quero, do modo que mais gosto.

    1. Oi, Ary!

      Acho que vale bem o que o Daniel falou: em primeiro lugar, temos que estar sempre melhorando, sempre evoluindo para fazermos arte cada vez melhor. Sucesso é consequência disso e outros fatores 🙂

      Abraço!

  3. Olá, pessoal!
    Estou me tornando figura frequente aqui, hein?
    😉
    Brincadeiras a parte, gostei muito da visão sóbria de vocês. Sempre falo a todos que editoras não são fábricas de sonhos. São empresas que pagam seus funcionários, querem crescer ou só querem comprar uma Ferrari. Nenhum dos casos é crime. Às vezes ela pode publicar um autor estrangeiro best seller para ter dinheiro e investir em autores menores ou pode investir em um youtuber para alavancar as suas vendas. Quem não é best seller gringo ou youtuber, é recomendável que pelo menos se aprimore para lançar um bom produto, pois um livro nada mais é que… um produto.

    Abraços.

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