EntreFicções S01E02 – Um Dia Mágico em Doses Natalinas (AJ Oliveira)



Entreficções S01E02 – Um Dia Mágico em Doses Natalinas (AJ Oliveira)

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Prepare seus fones de ouvido para uma história sobre Natal, álcool e visitas inesperadas. Além disso, Marvim Mota bate um papo com AJ Oliveira (autor do conto) sobre atender aos pedidos da trama, a necessidade do autor se posicionar ou não politicamente e as vantagens de se publicar no Wattpad, passando por critica social no texto e futebol.

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8 thoughts on “EntreFicções S01E02 – Um Dia Mágico em Doses Natalinas (AJ Oliveira)

  1. Excelente episódio, galera! Não só pelo conto (que já tinha lido do Iradex, aliás, e realmente eles são fodas) mas pelo convidado, o já velho da casa, AJ Oliveira. Foi por ele, inclusive, que descobri o Curta Ficção e não vejo motivos para usar ele se usar de tamanha humildade para falar sobre o próprio trabalho. Os 12 Trabalhos realmente é um projeto fabuloso e, particularmente, além de ter me ajudado muito (como também vocês), foi um ponto de virada principalmente quando aprendi com ele que, como é dito ao longo do programa, um escritor tem sim que fazer seu público. Lembro-me de ter ouvido o 12 Trabalhos com o Novello, que disse isso de maneira enfática, e fiquei bastante em choque, mas é a verdade do mercado editorial. Além disso, ele a Jana são quem me tornaram um serial killer de “ideias” nos meus textos, já que tenho seguido a risca a regra de “cortar queridinhos que não se encaixam na sua história” kkkkkkkkkkkkkkk.
    Sobre o conto, não consegui tirar da cabeça o quão “Gaiman” é essa visão, não só pela desconstrução de um mito misturando a cultura popular envolta dele (a Coca-cola), mas também pelo aspecto de sugestão onírica que paira no ar. E olha que Gaiman é o meu escritor favorito.
    Sobre a literatura fantástica nacional e as questões sociais, também não acho que ninguém “deve” fazer nada, todavia, se é de ímpeto do autor arquitetar uma narrativa que mescle elementos fantásticos (que no cerne de suas origens, servem como metáforas da realidade e/ou a explicação de fenômenos da natureza) com a cultura nacional, fica dissonante não haver uma visão crítica por traz do texto sobre nós. A própria narrativa de terror de uma mula-sem-cabeça (a menina que se apaixona por um padre e então é amaldiçoada) tem um discurso sob os panos, como a castidade e abnegação sexual da vida clerical. É como filósofo Michel Foucault afirma em seus estudos: Toda comunicação é um ato político (não confundir com politicagem partidária), humanos “animais políticos” já que vivemos em sociedade. Ademais, não existe um discurso “neutro” ou “isento”, uma vez que a neutralidade é sim escolher um lado, para ele. Segundo Foucault, não escolher um lado é escolher o lado atual, é concordar com a manutenção dos status quo.
    Por isso gosto bastante do citado Castilho. No Legado Folclórico, seria inverosímel se em meio a uma narrativa de lendas indígenas brasileiras, ele não tocasse na pauta da preservação ambiental. Num épico entre Céu e Inferno, como Spohr não poderia falar sobre extremismos políticos? Como Caldela, em Código Élfico, falando de um culto secreto entre ricaços e teorias da conspiração, não discutiria sobre controle midiático das massas? De fato o discurso panfletário ou partidário é pedante em uma narrativa, entretanto, uma narrativa que ausente de qualquer reflexão sobre “a vida, o universo e tudo mais” parece vazia.
    Queria mais uma vez agradecer o programa e desejar que continuem o bom trabalho, ressaltando também a indicação do Asas, Pingentes e Imortais, que inclusive é o culpado do F5 do meu teclado já estar gasto de tanto que todos os dias eu fico esperando um capítulo novo dessa história. Poxa AJ, não nos abanadone kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Um forte abraço a vocês!

    1. Caramba! Q feedback completasso!

      Q bom q gostou do episódio! 🙂

      O AJ é um cara humildão mesmo, e isso pq (como ele mesmo disse) n foi pro ar todo o papo de 2 hrs q tivemos antes do programa hahaha, um cara bem solícito e disposto a ajudar mesmo.

      No mais, concordo com tua afirmação de que n é possível um discurso neutro e isso claramente se reflete na história.

      Vlw pelo comentário e continue acompanhando pq tanto o conto como a entrevista do próximo episódio rendeu vaaaarias reflexões filosóficas. 🙂

  2. Estou adorando essa série de programas lendo contos. E foi uma surpresa pra mim ter um conto do AJ!
    Continuem!

    1. Pow Igor, que bom que você tá curtindo, cara! 🙂

      Muito obrigado pelo feedback, e continua acompanhando que vem mais coisa boa aí.

  3. Ótimo episódio, gente!

    Eu não costumo consumir textos com temática natalina, mas esse eu achei especialmente inspirador. Gosto quando a temática social aparece de forma inusitada e inesperada, falando tanto da nossa realidade sem precisar dizer muitas palavras. AJ arrasou!

    Sobre a necessidade de o escritor se posicionar politicamente ou não, eu também acho que ninguém é obrigado a nada, mas vivemos em um momento tão decisivo e conturbado, que há determinadas situações que acredito que precisamos tomar partido.

    1. Vlw pelo feedback, Carol!

      Eu também não costumo consumir material de temática natalina, e exatamente por isso fui surpreendido por esse conto do Aj.

      Sobre a questão do posicionamento político, concordo plenamente contigo.

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