Pavio Curto #017 – Separando a Arte do Artista (Parte I)



Pavio Curto #017 – Separando a Arte do Artista (Parte I)

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Nesse episódio do Pavio Curto, finalmente Taissa Reis está de volta e se junta a Gui Liaga para conversar com as escritoras Barbara Morais e Dayse Dantas sobre como separar a arte da vida do artista. Até onde deve ir nosso senso moral e ético como fãs e consumidores? A decepção também faz parte do mundo editorial e a discussão traz diferentes visões sobre o tema.

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EDIÇÃO: Gui Liaga

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4 thoughts on “Pavio Curto #017 – Separando a Arte do Artista (Parte I)

  1. Sobre a J.K. Rowling, minha posição é: não importa o que ela fale, se não está nos livros nem levo em consideração. Seria muito melhor que ela simplesmente admitisse que diversidade não era uma questão forte quando escreveu os livros do que forçar umas coisas que não têm nada a ver com o que ela escreveu. Essa mulher precisa desapegar de Harry Potter e partir pra outra!!!

    Em relação ao boicote a produtos que envolvam pessoas problemáticas, sei que o fato de eu não consumir não vai fazer ninguém muito mais pobre, mas sigo como conduta pessoal. Eu não consigo dar audiência ou dinheiro para algo que tenha pessoas tóxicas no meio. Às vezes dá aquela sensação de que parece que não sobrou mais nada pra consumir, mas aí é uma ótima oportunidade para ampliarmos nossos horizontes e procurarmos diferentes artistas. Sempre vai ter alguém legal fazendo algo que a gente goste, mas é preciso essa vontade de sair do lugar comum e ir atrás.

    Ótimo episódio, meninas! <3

    1. Ela ocasionalmente faz textos pro pessoal do Pottermore, bem que poderia, nessa altura do campeonato, produzir algo que mostrasse o que ela diz “em off” dentro do mundo que ela criou de forma mais direta.

      Carol, sobre os boicotes, é bem o que você contou, sigo como conduta pessoal. Não vou por aí fazendo pregação, faço minha parte e dou minha opinião quando perguntam (principalmente porque muitas das questões que afetam diversidade não me atingem diretamente, então considero respeitar o espaço de fala).

      Mas é como você apontou, a cultura pop é vasta e tem muita coisa sendo produzida e muitas coisas que foram produzidas e que por diversos motivos ficaram fora dos holofotes da história, para quem quer sair da zona de conforto e garimpar conteúdo interessante!

      1. É isso! Ou ela escreve realmente alguma coisa ou larga de mão. Porque, do jeito que está, fica chato demais e não tenho paciência, hahaha

        E continuemos procurando novos conteúdos bacanas pra conhecer 🙂

  2. Nossa… Que campo minado!

    Resumo da ópera: muito da discussão e do problema se encontra na área cinzenta da nossa disposição em passar pano pra escrotice de muito criador de conteúdo que existe por aí.

    As vezes dá um dó, mas eu tento (as vezes sem sucesso) manter uma postura bem preto e branco na questão, porque quem não liga ou quem quer dizer que “mas é tudo um exagero das pessoas” só quer um pé (no caso, essas pequenas – ou não tão pequenas – exceções) para denegrir os movimentos sociais de reação às escrotices que antes não eram questionadas.

    Ótimo episódio, senhoras, refleti muito.

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