Curta Ficção #052 – Analisando Personagens, com Stephen King



Curta Ficção #052 – Analisando Personagens, com Stephen King

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Nesse episódio, Jana Bianchi Thiago Lee iniciam o mês especial de horror analisando personagens dos livros do mestre Stephen King e apontando os elementos que os tornam tão fascinantes.

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3 thoughts on “Curta Ficção #052 – Analisando Personagens, com Stephen King

  1. Tô ouvindo aqui e AMANDO (aliás, matou a pau por começar com O Iluminado!). Mas tive que pausar e vir falar que nem todo mundo ama Jake Chambers, eu aliás detesto aquele menino, argh! Ele é muito chato! E eu acho que em alguns momentos ele é meio bonzinho demais sim. Mas nossa, quando ele tá em cena, me dá sono.

    Susannah sim que é rainha <3

    (Continuando a ouvir aqui que tá bom demais)

    1. Como assiiiiiiiiiiiiim, tem gente que não gosta do Jake??? Hahahaha…. Como assim você não gostaaaa?
      (pronto, passou hahahaha) Mas sim Susannah rainha da porra toda, amo essa mulher também! <3
      Espero que tenha curtido o episódio, querida!

      Beijão!
      Jana

  2. Eu acho que já disse que amo esses temas mais técnicos, né? <3
    Amei o episódio e espero que a serie continue. Sobre as análises, gostei bastante, porque também é justamente o que mais gosto do King (e também odeio os finais mambembe). Gostaria que fosse mais longo, mais sei que vocês gostam de manter um padrão hahahaha mas como ele escreve muito, você tem, consequentemente, muito o que analisar. Um personagem que gosto muito é o carro Christine, porque ele consegue transformar um ser inanimado e tão rotineiro em uma coisa tão assustadora como a poderosa "Coisa" (inclusive o Spielberg faz algo parecido no filme Duel). Outro que gosto muito é a "Carrie", porque ela é a "antagonista" para quem está no baile, mas não é a antagonista da história, porque no "momento de virada", ela é como o "balde que vira" sobre ela, uma metáfora de toda internalização da raiva que ela "derrama" sobre os demais. Uma vez até escrevi uma fanfic onde ela não "deixou o balde" transbordar e virou uma "santa secreta" (tipo a leitura do Man of Steel). Mas mesmo que você se compadeça com ela e ela seja de uma inocência cativante, ela acaba chutando o balde (ba dum tss).
    E claro, não podemos nos esquecer do quanto o King é bom em criar personagens cuja a "imagem e status social" contradizem o que o senso comum pensa, o que de cara, já é uma ótimo jeito de criação de personagens. Temos o Reverendo Lowe, um religioso importante de uma pequena cidade, que é um monstro, ou o nosso amado John Coffey, que é um grandalhão condenado ao corredor da morte, mas se mostra o ser um verdadeiro anjo (nossa fico triste só de lembrar :'( …. ), e também nosso querido e poderoso Duddits!
    Bem, me despeço por aqui e deixo um abração nessa dupla dinâmica!
    P.S.: Uma dica/pedido de tema minha e de uns amigos meus: Seria bom, nesse formato de episódio ou no formato de "entrevista de um convidado" o tema "cenário", indo um pouco mais técnico do que só "criação de mundo".

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