Curta Ficção #043 – Escrevendo sobre Hobbies, com Roberta Spindler



Curta Ficção #043 – Escrevendo sobre Hobbies, com Roberta Spindler

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Neste episódio, Jana Bianchi Thiago Lee recebem a escritora Roberta Spindler para falar sobre a experiência de escrever sobre hobbies, como foi o caso de Heróis de Novigrath — novo livro de fantasia lançado pela Suma que tem o eSport como uma das temáticas. Quais são as vantagens e desvantagens de escrever sobre um tema que se domina? Como garantir a acessibilidade da história e da narrativa para pessoas que têm conhecimentos diferentes sobre o tema?

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6 thoughts on “Curta Ficção #043 – Escrevendo sobre Hobbies, com Roberta Spindler

  1. Interessante ver como a Roberta não se acomodou e mesmo com o conhecimento prévio do assunto, pesquisou bastante sobre outras vivências para dar mais propriedade ao trabalho. Com certeza uma lição para quem está aprendendo a escrever ficção!

    O curioso é que, pensando aqui com meus botões sobre hobbies como elemento da história, pela quantidade de textos inspirados ou baseados em mundos e aventuras de RPG, é raro vermos algo tratando sobre grupos de jogadores… Até existem algumas boas obras no áudio-visual como “The Gamers”, mas na literatura, eu mesmo nunca cheguei a esbarrar.

  2. Fala, Mike, tudo bom?

    Nossa, agora que você falou, eu também não consigo pensar em nenhum livro focado em um grupo de jogadores! Mesmo nas telas eu só penso em coisas bem esparsas tipo as poucas cenas sobre RPG no Stranger Things, por exemplo (não conheço esse The Gamers, vou procurar depois)… Que coisa, né? Se pensar o tanto de jogador de RPG que escreve também, é uma observação bem curiosa! hehehe…

    Obrigada pelo comentário! 🙂

    Beijão,
    Jana

  3. Ótimo programa time Curta Ficção!
    Eu já havia ouvido falar sobre o Heróis de Novigrath e vocês venderem o peixe tão bem, que agora estou morrendo de vontade de ler. Particularmente estou impressionado com a coragem da Roberta em escrever sobre fantasia encima desse tema de uma maneira que não pareça um clichê dos anos 80, mas dando uma visão profissional sobre o video games com temática do e-sport, o que por muitos pode ser visto com um olhar preconceituoso, pelos motivos já citados por vocês.
    Aliás, eu concordo plenamente com a ilustre convidada, por vezes escrever sobre um “hobbie” que você tem domínio pode ser muito mais difícil do que os outros acham, pois facilmente podemos cair na armadilha de nos apegarmos a partes descartáveis do rascunho ( a famosa arte de “cortar nossos queridinhos” que aprendi com a Jana no Desafio ex Machina). Você pode ter um conhecimento tão amplo que incha demasiadamente a história ou até pode acabar se projetando demais no cenário ou na psique dos personagens. Eu mesmo, por ser de uma família de matriz “espírita” (não que religião seja hobbie, claro), acabo tendo muito conhecimento no “sobrenatural”, então quando trabalhava produzindo creepypastas e contos de terror, tentava me conter para não extravasar demais.
    Apesar de tudo, hobbies ainda são um bom ponto de partida para começar uma história ou até mesmo (como gosto de fazer), dar um hobbie a um personagem pode ajudar em sua construção pelo famoso “show, don’t tell”. Um bom exemplo disso é o personagem Samuel do livro do AJ Oliveira no Wattpad (Asas, Pingentes e Imortais), que por adorar xadrez deixa a entender que ele é extremamente estrategista.
    Desejo toda sorte desse e de outros mundo à Roberta Spindler e seu novo trabalho!

    1. Oi, Ton!

      Muito legal o paralelo que você fez com o lance da religião! Acho que podemos estender tudo o que foi dito sobre hobbies pra coisas que fazem parte do nosso cotidiano, né? Com certeza dá uma dimensão mais verossímil ao personagem ou à história, mas sem dúvida pode ser uma armadilha pra empolgação hehe… nessas horas, o mate seus queridinhos tem que ser lei, mesmo! hehehe….

      Obrigada por comentar! 🙂

      Abração!
      Jana

  4. Ótimo episódio! Na época do lançamento do livro da Roberta, eu vi várias pessoas comentando e tinha achado a capa linda, mas não fazia ideia do que se tratava a história. Achei a ideia interessantíssima, apesar de não jogar e não conhecer nada desse universo. Gosto de livros com ideias inovadoras!

    Em relação a escrever sobre hobbies, acho que o mais perto disso foi ter um dos personagens do meu livro como escritor.

    1. Oi, Carol!

      É muito legal a ideia, né? E é melhor ainda considerando que não precisa saber jogar ou curtir games pra acompanhar a história! <3
      E personagem escritor é tudo de bom, né? Sou suspeita pra falar, mas eu amo! rs

      Beijão e obrigada por comentar! 🙂
      Jana

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