Curta Ficção #036 – Pirataria de Livros



Curta Ficção #036 – Pirataria de Livros

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Neste episódio, Thiago Lee Jana Bianchi discutem a questão da pirataria digital de livros e como ela afeta o mercado editorial.

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Música de introdução e encerramento: “He’s a Pirate”, Klaus Badelt


10 thoughts on “Curta Ficção #036 – Pirataria de Livros

  1. Adorei a discussão, acho que é sempre bom ter mais informações a respeito da cadeia de processos de publicação de um livro. Fica às vezes uma impressão de que o autor tá recebendo uma grana só por ter assinado com uma editora, ou algo mais ingênuo do tipo, e é bom esclarecer esses pontos. Valeu pelo episódio!

    1. Pôlo! <3

      Sim, acho que muitos problemas de comportamento da galera tem a ver com o desconhecimento do mercado. E é em tantos níveis que acaba sendo até contraditório! Tipo, as pessoas perguntam "ok, você é escritor mas trabalha com o quê?" e ao mesmo tempo acham que porque você publicou um livro, você já é milionário tipo a Rowling hahaha... Vai entender!

      Obrigada pelo comentário, querido! 🙂

  2. Podcast maravilhoso, como sempre. Compacto e com conteúdo. já vou compartilhar. Como eu moro em São Paulo, sempre foi fácil encontrar livros legais e baratos por conta dos inúmeros sebos, antes mesmo da mãe Estante Virtual, em bibliotecas, não posso opinar sobre a falta de opções de quem mora longe dos grandes centros urbanos e, principalmente, não tem acesso à internet o tempo todo, e quando têm é para fins bem específicos, ainda existem muitas lan houses Brasil afora e mesmo em São Paulo, nos bairros mais periféricos. Na questão do investimento governamental em cultura, em livros, ele existe. Eu tenho na minha estante livros achados no lixo, comprados em sebos. livros esses impressos pelo governo do meu estado para serem distribuídos em escolas e que nunca chegam ao seu destino, entre os autores Gabriel G. Marques, Pablo Neruda, Guimarães Rosa (Grande Sertão, Veredas custa 80 reais em livrarias!) que nunca chegam ao seu destino por falta de incentivo e preparo dos professores. Há uma lacuna entre “cultura gratuita” e “nenhuma cultura” que poderia ser preenchida, pelo menos no meu estado, é muito triste constatar que menos pessoas leem, porque não há interesse de quem devia incentivá-las.

    1. Oi, Claudia, tudo bom? Pra variar, o despreparo e descaso da classe política (pra começar) desse país só piora uma situação que já é ruim. É uma tristeza ver que livros não estão chegando onde deveriam, todo ano tem uma notícia assim, né? Obrigada pelo comentário e pelo carinho! <3

  3. Desde que me sensibilizei com a questão e comecei a evitar piratear conteúdo (seja livros, quadrinhos, filmes, música, vídeo games, etc) eu percebi que uma vez que o universo de coisas para experimentar é vasto e que vale muito gastar um tempo garimpando material alternativo que muitas vezes é mais barato ou mesmo gratuito. Acabou que o hábito além de me possibilitar conhecer trabalho de muita gente com talento e trabalho empolgantes, me mantém afastado de alimentar a corrente do mal que é a pirataria. É tanta coisa por aí que acaba não fazendo falta.

    Concordo MUITO com a afirmação de que a grande maioria dos discursos de que quem defende a pirataria é pura desculpa para disfarçar apenas o espírito de porco por trás do “argumento”. O pessoal pirateia até coisa grátis! Tem conteúdo variado, barato e de qualidade mesmo no mainstream, mas como o pessoal quer manter a chama da flamewar acesa, só vale apontar os livros que estão acima dos preços médios, aqueles que estão no hype. “Tem que ser ESSE porque eu preciso manter meu argumento!” – dá para ver que a massa dessa galera é simplesmente preguiçosa ou apenas mimizenta porque quer ser do contra (por algum motivo nerds remelentos acham que ser do contra é algo descolado).

    Eu tenho muita coisa no meu Kindle e na minha conta da Steam, sempre aproveito com um pouco de paciência para não gastar mais do que 10 reais em cada um e não estou falando apenas de produtos alternativos ou indies, comprei a coleção inteira das Crônicas de Gelo e Fogo assim.

    1. Fala, Mike, tudo bom?

      Meu, SIM, eu sinto a mesma coisa. Hoje em dia eu raramento compro livros no lançamento, porque tenho tanta coisa pra ler ou pra baixar gratuitamente/baratinho que mesmo quando é algo que eu REALMENTE quero, dá pra esperar passar um tempo e ficar mais barato. E SIMMMMM, piratear conteúdo gratuitoooo! Tem muito disso! E inclusive tem gente que VENDE coisa pirata, o que pra mim é o ápice da canalhice. É uma porcaria. Como você disse, realmente tem gente que bate numas teclas nada a ver só pra não perder a discussão, o que é muito triste, né?

      Obrigada pelo comentário! 🙂

  4. Fala pessoal, ótimo episódio!

    É uma discussão importante e parabenizo vocês por trazerem o tema. Com certeza será muito educativo aos ouvintes. Sobre o tópico de buscar formas alternativas para ler livros, vale mencionar plataformas como o Wattpad nas quais existem muitos textos disponíveis, até mesmo de autores conhecidos, como no caso do Brandon Sanderson que disponibilizou Warbreaker completo na plataforma.

    1. Fala, Carlos, tudo bom?
      Nossa, sim, tem Wattpad/Sweek e mais um monte de plataformas com boas coisas publicadas (muitas que até vão pra editora depois). E não é incomum as editoras (especialmente gringas) liberarem de vez em quando livros, contos… Tem muita coisa pra ler antes de precisar desembolsar fortunas, né? Obrigada pelo comentário! 🙂
      Jana

  5. Olá Jana e Thiago! Obrigada por esse excelente podcast. Foi surpreendente perceber que eu desconhecia muitaa das consequências negativas atreladas à pirataria. Eu nunca tinha pensado, por exemplo, que a cada vez q faço um download pirata estou impedindo minha leitura de ser contabilizada pela editora, que pode vir a pensar, injustamente, que não há interesse pelo trabalho de determinado autor. O podcast mudou muito minha forma de encarar este tema, por isso quis deixar um comentário para agradecer a vocês!

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