Curta Ficção #089 – Por dentro da Faísca, com Fernanda Castro



Curta Ficção #089 – Por dentro da Faísca, com Fernanda Castro

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Thiago Lee Jana Bianchi convidam Fernanda Castro para falar sobre como escrever uma boa história curta, com base no material recebido pela Faísca, da Revista Mafagafo.

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Músicas Cabidela e A Missa, da banda pernambucana Mombojó – distribuídas através da licença Creative Commons

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5 thoughts on “Curta Ficção #089 – Por dentro da Faísca, com Fernanda Castro

  1. Adorei este episódio. Só gostaria de tê-lo ouvido alguns dias antes. Comecei a ouvir o Curta Ficção e assinei a Faísca há pouco tempo. Submeti minha primeira Faísca há alguns dias. Mas depois de ter ouvido este episódio, teria enviado outro texto. Mesmo assim, as dicas dadas aqui são valiosas. Vou utilizá-las não apenas para minhas próximas submissões à Faísca, como para minha escrita em geral daqui para a frente. Obrigada, Thiago Lee, Jana Bianchi e Fernanda Castro. 😉

    1. Oi, Gabriele!

      Hahaha a gente pensou em lançar antes, mas acabamos não conseguindo encaixar no prazo… Mas a ideia era servir de dica pra escritos em geral mesmo, espero que ajude! E curiosa pra ler sua Faísca! 🙂
      Obrigada por comentar!

      Abração!
      Jana

    2. Oi, Gabriele, tudo bom?

      Ahhhhh, imagina, acho que faz parte do aprendizado a gente mandar coisas em diferentes níveis pras revistas. Como a gente dá um retorno com um pequeno feedback sobre cada texto, tenha certeza que, caso ela seja rejeitada, você vai saber o que achamos dela — inclusive os pontos fortes, que todo texto tem!

      E que bom que você curtiu o episódio e acha que vai te ajudar daqui pra frente! <3

      Obrigada por ter comentado!

      Abração,
      Jana

  2. Boa noite!
    Gostando demais do podcast, mas precisei parar pra fazer um contraponto hahaha
    Sobre essa questão do medo do Outro ser mais americano ou inglês e não caber no Brasil que é um pouco mais “caloroso”. Sem querer entrar em termos políticos, acredito que, mesmo que se reflita de forma diferente no solo brasileiro, o medo do Outro também se encaixa aqui, pois somos um país xenofóbico e racista, infelizmente. Então, pode-se ser caloroso com o outro, mas isso vai depender muito de quem é esse Outro.
    Também penso que, em outro extremo, o medo do Outro pode ser usado em termos de sermos um país colonizado e que teve sua identidade roubada e deturpada por quem veio de fora. Agora não em termos xenofóbicos, mas em termos de subjugação e exploração.

    Não sei se ficou muito claro meu devaneio aqui, mas também não quero me estender demais! Só acho esse assunto interessante e quis dar meus dois centavos na discussão. No mais, como a Gabriele disse, são dicas mais do que valiosas e estou aprendendo muito nesses 59 minutos!

    1. Oi, Najara!

      Ahhhh que comentário legal, que inclusive daria pra transformar em um episódio inteiro! E você tem total, total razão. Acho que podemos não ser colonialistas, mas somos xenofóbico e muito intolerante. Achei muito bom o seu ponto. “vai depender muito de quem é esse Outro”. Acho que talvez não dê mesmo pra fazer essa oposição direta de temática, embora ainda acho que haja uma tendência de tema na ficção anglófona pro colonialista, belicoso e tal.

      Muito obrigada por comentar, adorei pensar nisso! Quem sabe não voltamos a essa discussão em um outro episódio? <3

      Abraçãooo!
      Jana

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