Pavio Curto #016 – O Senso de Propriedade do Fã



Pavio Curto #016 – O Senso de Propriedade do Fã

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Nesse episódio do Pavio Curto, Gui Liaga Thiago Lee conversaram com as escritoras Barbara Morais e Petra Leão sobre o senso de propriedade do fã. Até onde o fã pode cobrar e interferir no trabalho artístico? A discussão aborda a renovação da arte e a criação de novos projetos que respeitam a resposta do público-alvo.

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EDIÇÃO: Gui Liaga

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INDICAÇÕES SERÁ QUE ROLA

  • Podcast Exaustos, com Ariane Freitas, Francisco Junqueira e Vitor Trindade
  • The Umbrella Academy, série da Netflix e série de quadrinhos criada por Gerard Way e Gabriel Bá
  • Roma, filme de Alfonso Cuarón para a Netflix
  • Diablero, série mexicana da Netflix

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One thought on “Pavio Curto #016 – O Senso de Propriedade do Fã

  1. Primeiramente, meus pêsames pela rola do Lee…

    Sobre o episódio, adorei a Petra, ela sabe dar aquela pistolagem raiz, aquela pistolagem de várzea, por isso quero ela mais vezes no Pavio (quanto mais esquerdistas aborteiras, melhor HAHAHAHAHAHAHAHA). Falando nisso, a Bárbara, pra mim, já é uma “paviocaster” oficial <3
    Sobre a "Voadora Literal", não creio na competência desse governo, que se houvesse um golpe militar, iriam nos rastrear pelas redes sociais e nos prender no meio da rua. Afinal de contas, estamos falando do mesmo governo que não consegue nem mesmo lidar com o Twitter do presidente "Golden Shower" XD
    Sobre as indicações, eu assisti Umbrella e estou lendo os quadrinhos, mas gostei das duas versões. Espero que eles continuem bem, porque hoje em dia não dá para nivelar por baixo as "adaptações de quadrinhos para série", uma vez que temos ótimos exemplos atuais como "Happy!" e "Deadly Class". Também assisti "Diablero", por recomendação do Colecionador de Sacis, e BICHO, que série FODA! Realmente poderia se passar de boa no Brasil e pra mim é um ótimo exemplo de "contar uma história pop" sem perder as características locais, já que temos uma conexão muito boa entre folclore local (como os diablos e chupa-cabralas), cultura local (como o catolicismo e a cultura indígena meso americana), a história local (a arqueologia) e até mesmo contextos sociais locais (como o lance dos "carteis garrafas de demônios").
    Mas (vish, tudo depois do "mas" estraga tudo…) se eu puder fazer uma pequena crítica, na verdade, um adendo, vocês poderiam ter falado sobre os "fãs acríticos", sou seja o fã ou consumidor de algum conteúdo (filme, música, livro, HQs, games, etc) que parece só absorver a superfície ou usar obras como mero escapismo acéfalo, deixando de entender as críticas e mensagens que um autor quer transmitir com sua obra. É o caso do nerd de Star Wars que vota no Bozonabo e é pró-ditadura, o cara que vai pro show do Pink Floyd e não quer política nas músicas (sendo que o Roger Watters fez isso a vida inteira fez isso), ou o potterhead, fã de Harry Potter, misogino e/ou racista. Sinceramente, não me entra na cabeça como é que um ser humano consegue praticamente decorar toda a porra de um "Senhor dos Aneis" e não entender o Tolkien, mesmo ele repetindo umas mil vezes, que a vida de qualquer um é importante, que dinheiro e a guerra é o que está acabando com o mundo, etc. O nerd reaça com armina de mão parece surdo e cego quando chega na parte que o Gandalf fala: "Muitos que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem viver. Você pode dar-lhes a vida? Então não seja tão ávido para julgar e condenar alguém a morte. Pois mesmo os muitos sábios não conseguem ver os dois lados.". Essa "acriticidade" é algo que me assombra muito nesse meio.
    No frigir dos ovos, é como diz uma frase que ouvi recentemente : "Antigamente, as pessoas me chamavam de Nerd para me ofender e eu gostava. Agora me chamam de nerd para me agradar e eu me ofendo."

    Um abraço a vocês e fogo nos fascistas!

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