Pavio Curto #014 – Exaustos e Esperançosos (Ou Deus Me Livre, Mas Quem me Dera)



Pavio Curto #014 – Exaustos e Esperançosos (Ou Deus Me Livre, Mas Quem me Dera)

Ouvir

Nesse episódio do Pavio Curto, Gui Liaga, Taissa Reis, Jana Bianchi e Thiago Lee desabafam sobre as dificuldades do cenário atual do mundo dos livros. Exaustos, mas ainda esperançosos, a discussão levanta pontos importantes para não desistirmos e continuarmos produzindo conteúdo e inovando no mercado editorial.

Comente sobre o episódio no feed do podcast, na página do Facebook ou pelo Twitter, no @curtaficcao. A gente quer ouvir sua opinião!

EDIÇÃO: Gui Liaga

***

ATENÇÃO!

Para ouvir o episódio, clique no botão play, no botão de download no plugin abaixo, ou escute pelo perfil do Curta Ficção no Spotify.

Curta Ficção, EntreFicções e Pavio Curto no Spotify: https://open.spotify.com/show/7g006vOSEM82oK207XUX7E

Curta Ficção, EntreFicções e Pavio Curto no iTunes: https://itunes.apple.com/gh/podcast/curta-fic%C3%A7%C3%A3o/id1192004021?mt=2

Feed do podcast Curta Ficção: http://curtaficcao.blubrry.com/feed/podcast/

Feed do EntreFicções: http://curtaficcao.blubrry.com/category/podcast/entreficcoes/feed/

Feed do Pavio Curto: http://curtaficcao.blubrry.com/category/podcast/pavio-curto/feed/

 

***

Assinem nossa newsletter

Curtam nossa página no Facebook

Sigam-nos no Twitter

***

INDICAÇÕES SERÁ QUE ROLA

***

ONDE ACHAR A GUI

ONDE ACHAR A TASSI

ONDE ACHAR A JANA

ONDE ACHAR O LEE

ONDE ACHAR A PÁGINA 7


6 thoughts on “Pavio Curto #014 – Exaustos e Esperançosos (Ou Deus Me Livre, Mas Quem me Dera)

  1. Acho que as pessoas, de uma forma geral, têm resistência ao novo, o que explica essa implicância com ebooks e audiolivros, bem como a manutenção desse modelo de negócios ultrapassado e obviamente insustentável. Porém, quando se trata de arte, acho que ainda tem o agravante por conta da sacralização do ofício, do “fazer por amor” (como se ninguém precisasse pagar conta) e o não entendimento de que encarar a arte como um negócio não tira a “magia” das histórias contadas, no caso da literatura.

    Tudo isso pra dizer que o episódio foi ótimo e eu acho que temos que inovar, sim, na medida das nossas capacidades. E não parar de produzir, porque o que querem é nossa voz calada. Não podemos dar esse gostinho a ninguém!

    Um beijo pra todos, em especial pra Tassi, fada da esperança. Estamos juntas! <3

    1. Oi, Carol, querida!

      Concordo plenamente! Não podemos parar de jeito produzir de jeito nenhum, ainda mais nesses tempos tenebrosos…
      Obrigada por comentar, querida!

      Um beijão!
      Jana

  2. Ótimo programa.♥

    Eu acho impressionante que muito das vivências dos autores, as reclamações sobre o mercado, coincidem muito com os profissionais de ilustração e quadrinhos (que é mais minha praia).

    Muitos artistas (quadrinistas e ilustradores) tem seus trabalhos apropriados e espalhados pelas redes sociais sem receberem um mínimo de crédito. E não é novidade de acontecer que o post de quem pegou a ilustração/tirinha/charge/webcomic ganhe mais curtidas e projeção do que o post do próprio artista.

    E ainda tem a mentalidade do pessoal que pensa que não é nada demais, ou que é de graça, pegar qualquer ilustração que aparece na internet e usá-la/editá-la como se aquilo tivesse brotado de uma árvore. XD

    Tem também o pessoal que encara a nossa profição como “ficar fazendo dezenhozinho o dia inteiro”, que é uma vida boa. Nem imagina que o profissional tá lá calejando o dedo de tanto desenhar, tendo tendinite, pagando 250 reais em tinta, 300 reais em papel, comprando livros de arte que são um dos mais caros, pagando software, luz, internet e muito mais.

    Bem, é isso. Desculpa, pistolei. ^_^

    Ps.: “Prestígio pra mim é chocolate.” amei ♥

  3. Ótimo programa. ♥

    Eu acho impressionante que muito das vivências dos autores, as reclamações sobre o mercado, coincidem muito com os profissionais de ilustração e quadrinhos (que é mais minha praia).

    Muitos artistas (quadrinistas e ilustradores) tem seus trabalhos apropriados e espalhados pelas redes sociais sem receberem um mínimo de crédito. E não é novidade de acontecer que o post de quem pegou a ilustração/tirinha/charge/webcomic ganhe mais curtidas e projeção do que o post do próprio artista.

    E ainda tem a mentalidade do pessoal que pensa que não é nada demais, ou que é de graça, pegar qualquer ilustração que aparece na internet e usá-la/editá-la como se aquilo tivesse brotado de uma árvore. XD

    Tem também o pessoal que encara a nossa profição como “ficar fazendo dezenhozinho o dia inteiro”, que é uma vida boa. Nem imagina que o profissional tá lá calejando o dedo de tanto desenhar, tendo tendinite, pagando 250 reais em tinta, 300 reais em papel, comprando livros de arte que são um dos mais caros, pagando software, luz, internet e muito mais.

    Bem, é isso. Desculpa, pistolei. ^_^

    Ps.: “Prestígio pra mim é chocolate.” amei ♥

    1. Oi, Kátia, tudo bem?

      Nossa, SIM! Na real eu acho que rola ainda menos respeito no meio da ilustração; esse lance de plágio é muito forte, sempre vejo casos de lojas que tiveram trabalhos usados em produtos e tal. É uma loucura! Às vezes as ilustrações são usadas sem crédito até pelo pessoal (sem noção) que escreve, né…

      E manda mais pistolagem que é por isso que estamos aqui! Hahaha… Obrigada por comentar!

      Beijão!
      Jana

  4. Oi, Kátia, tudo bem?

    Nossa, SIM! Na real eu acho que rola ainda menos respeito no meio da ilustração; esse lance de plágio é muito forte, sempre vejo casos de lojas que tiveram trabalhos usados em produtos e tal. É uma loucura! Às vezes as ilustrações são usadas sem crédito até pelo pessoal (sem noção) que escreve, né…

    E manda mais pistolagem que é por isso que estamos aqui! Hahaha… Obrigada por comentar!

    Beijão!
    Jana

Leave a Reply to Carol Vidal Cancel reply

*